"A CLINVET é um hospital veterinário 24 horas que cuida do seu pet com
competência e amor" Dra. Paola Américo

 

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24 HORAS

In this image provided by Purina Pro Plan, Cowboy, a 5-year-old Chesapeake Bay Retriever trained by Jason Kidd of PawPaw, Mich., competes in the fetch it! competition at the Purina Pro Plan Incredible Dog Challenge on Saturday, Sept. 27, 2014 at Purina Farms in Gray Summit, Mo. (Photo by Whitney Curtis/Invision for Purina Pro Plan/AP Images)

Ai que vergonha… o Totó não pára de pular nas visitas

Ai que vergonha… o Totó não pára de pular nas visitas

 

Enquanto é filhote, o pula pula é uma graça… “olha que sapeca”, “meu totó é demais de levado”, “ai que coisa mais linda pulando na mamãe”, “vem aqui, vem, pula! Pula!”. É, essas são frases costumeiras, não é mesmo? Mas o engraçado é que nunca são repetidas quando os anos que passam transformam o baby dog num Rottweiler de 50 quilos, não é mesmo??

 

O cenário muda totalmente e o Totó continua com os mesmos comportamentos nos quais foi incentivado quando filhote, sem perceber que agora ele é “um pouco” maiorzinho e passou a incomodar a visita, encher o dono de vergonha e até machucar alguém, dependendo do momento do pulo.

 

Aí o que acontece geralmente? O dono que antes incentivava, agora reclama e fala alto com eles, mas os bichinhos nada de aprenderem ou pararem. Muitos gritam “Não!” ou “Desce daí” ou outras frases muito abertas claras para qualquer um, mas não para os cães. Aí, castigam seus cães… e mais uma vez, pouco parece adiantar.

 

A veterinária especializada em comportamento animal, Flávia Vallejo, explica que ações erradas podem encorajar ainda mais este comportamento.

 

“Acredito que se o cão pula nas pessoas é porque ele tem uma recompensa boa. Um carinho, uma simples atenção. Sendo assim, precisamos fazer o inverso: toda vez que o cão pular, precisa ter uma experiência ruim”, conta a veterinária que diz que, com isso, a tendência é que a ação diminua ou que esse comportamento seja eliminado de uma vez.

 

Dicas ‘quentes’ da Dra

 

Sempre que o animal pular, tente apertar os interdígitos, em outras palavras, os meios dos dedinhos das patas. É uma boa, pois não machuca o cão, mas provoca uma sensação desagradável e de bastante desconforto.

 

Outro truque é abraçar o cão sempre que ele pular. “Cães não gostam de ficar muito tempo em pé. Se você der um “abraço de urso” sempre que ele pular e mantiver esse abraço mesmo que ele queira sair, com certeza o cão vai pensar bem antes de resolver pular novamente”.

 

Para ter um resultado bem rápido, em poucos dias, até mesmo uma semaninha, Flávia Vallejo sugere estimular que o cão pule, para que você, dono ansioso pela melhora no comportamento do Totó, possa treinar esses truques!